quarta-feira, 11 de abril de 2012

Guia de maquiagem para realçar os olhos


Sombra

Aplique uma sombra mais escura em toda a pálpebra, esticando levemente a pele no canto externo do olho para facilitar o deslizamento do pincel, e espalhe o produto com o dedo para dar naturalidade ao olhar.
Escolha uma cor mais clara de sombra para os locais mais próximos da linha da sobrancelha.
Tente esfumaçar as cores para um efeito mais natural, evitando que o limite entre eles fique bem estabelecido.


Fonte: Guia de Maquiagem Avon Color
Lápis e Delineador
Para definir o olhar aplique o produto bem iunto da raiz dos cílios, tomando o cuidado de não deixar espaço entre o traço e os cílios. 
Faça também um contorno sobre a pálpebra, passando o produto primeiro de fora para dentro dela e, em seguida, de dentro para o meio até encontrar o traço começado.

Máscara para cílios
Retire o excesso de produto do pincel, puxe levemente a pálpebra superior e aplique a máscara da raiz para a ponta dos cílios superiores.
Espere secar por segundos e reaplique o produto. Para os cílios inferiores, use a ponta do pincel para a aplicação, que deve ser feita apenas uma vez para evitar excessos.

imagens:http://www.corbisimages.com



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Guia de maquiagem: boca perfeita

Passo -a - passo para a boca perfeita



base 
Base
Aperfeiçoe os lábios aplicando sobre eles um pouco da base que você usa no rosto para deixá-los bem homogêneos e preparados para receber o batom.


contorno 
Brilho labial
Passe delicadamente o brilho no lábio inferior e superior.

batom 
Lápis para delinear lábios
Para desenhar a boca com precisão, passe o lápis contornando o lábio do centro para os e o traço de um canto até o outro do lábio inferior. Tome cuidado para não aumentar os cantos, porque isso compromete o resultado.
brilho 
Batom
Aplique o batom nos lábios, indo do centro para o canto superior da boca e, depois, de uma extrernidade até a outra no lábio inferior.




Fonte: Guia de Maquiagem Avon Color


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domingo, 8 de abril de 2012

Dicas de alimentação



 Mantendo a Forma

As fibras são essenciais para o bom funcionamento do intestino. Além disso, ajudam nas dietas de emagrecimento e manutenção do peso, pois dão sensação de saciedade. É importante distribuir o consumo de fibras entre todas as refeições e não apenas em uma única refeição. Garanta o consumo adequado incluindo em seu cardápio cereais, pães, biscoitos e massas integrais, frutas e vegetais. A escarola é campeã em fibras insolúveis, que garantem mais saciedade.


Mastigue bem os alimentos. Quem come muito rápido tem 3 vezes mais chances de desenvolver uma doença chamada refluxo gastroesofágico, quadro em que os ácidos estomacais regurgitam para fora do esôfago, causando dores e queimação no peito.


Coma a cada três horas. O ideal é fazer 5 ou 6 refeições leves durante o dia, caprichando no café da manhã. Isso garante o nível constante de açuçar no sangue, reduzindo os ataques de comilança, além de acelerar o metabolismo, manter a energia em alta e o cérebro ativo. Ficar mais de 4 horas sem se alimentar faz com que o organismo passe a estocar energia sob forma de gordura, como forma de prevenção para os períodos de carência alimentar.


Faça pequenos lanches entre as refeições principais. Dê preferência a carboidratos de absorção lenta, como pão integral ou de aveia, que liberam energia por mais tempo.


A sede muitas vezes pode ser confudida com a fome, levando você a ingerir alimentos quando o que seu corpo está pedindo é, na verdade, água. Beba cerca de 8 copos de água por dia. Se preferir, substitua alguns copos por chá de ervas não-estimulantes. Manter o organismo hidratado é importante para o seu bom funcionamento.


Na hora de fazer o prato, varie bastante as cores dos alimentos, para garantir a ingestão de todas as vitaminas.




                                                              



                                                                
Fontes: Revista Boa Forma Ed. 197 / Revista Nova Beleza Ed. 43






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Os alimentos da dieta do abdômen: barriga definida

Dicas para ficar com uma barriguinha definida
Simples assim...


Dieta do abdômen

Um dos segredos do livro A dieta do abdômen (David Zinczenko) é uma lista de 11 alimentos poderosos, que ajudam a desenvolver músculos e a queimar os estoques de gordura.

São eles:
  • Amêndoas e outras nozes: Fontes de gorduras monoinsaturadas, que ajudam a preservar a saúde das artérias e ainda ajudam manter a sensação de saciedade.
  • Aveia: Possui fibras solúveis, que ajudam a reduzir o colesterol e deixam a fome longe por mais tempo. Também mantém estáveis os níveis de insulina no sangue. Alguns estudos demonstram que por aumentar os níveis de testosterona livre no corpo, a aveia ajuda a desenvolver os músculos.
  • Azeite de oliva extravirgem: Outra boa fonte de gordura monoinsaturada, é benéfico para o coração, pressão e auxilia o emagrecimento.
  • Espinafre e outras verduras: neutralizam os radicais livres, que são as moléculas que aceleram o envelhecimento. O espinafre, em especial, é rico em vitamina A, C e ácido fólico. O brócolis é outro excelente alimento, rico em vitamina C e cálcio e possui enzimas que ajudam a desintoxicar o corpo.
  • Frutas vermelhas: ajudam a proteger o coração, são protetoras da visão e melhoram o equilíbrio, a coordenação e a memória recente e ajudam a reduzir os desejos por comida.
  • Feijões e leguminosas: Fontes de proteína, ferro, fibras e ácido fólico, regulam a digestão, ajudam a queimar gorduras a desenvolver músculos.
  • Laticínios semi-desnatados ou desnatados: desenvolvem ossos fortes e aceleram o emagrecimento
  • Ovos: desenvolvem músculos e ajudam a emagrecer, pois contém proteína de alto valor biológico e é fonte de vitamina B12
  • Pães e cereais integrais: fontes de fibra, proteína, tiamina, ferro, potássio, magnésio, vitamina E, entre outros. Impedem que o corpo acumule gordura.
  • Carnes magras (peru, frango, peixe e boi): fontes de proteína, ferro, zinco, creatina, vitaminas B6, etc, formam os músculos e aumentam a imunidade.



    Como consumir?
    • Inclua 2 ou 3 alimentos em cada refeição principal e pelo menos um deles nos lanches (faça 3 refeições e 3 lanches)
    • Varie sempre os alimentos em todas as refeições
    • Consuma sempre uma proteína nos lanches





    Fonte: Mais que beleza




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sábado, 7 de abril de 2012

Dieta e emagrecimento: Óleo de Coco

Os maus hábitos alimentares como o excessivo consumo de gorduras, principalmente saturadas, excessivo consumo de açúcar e sal e, ainda, o baixo consumo de amido e fibras dietéticas têm originado elevada incidência de doenças crônico degenerativas, especialmente doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e obesidade. Atualmente, essas doenças são responsáveis por cerca de 70-80% da mortalidade nos países desenvolvidos. Mas adotando uma dieta equilibrada, variada e de baixo valor calórico você pode se manter longe desses problemas. E de quebra, conquiste um corpo mais bonito, magro e saudável.

Uma dieta que está sendo muito comentada e que é a sensação do momento é a dieta do óleo de coco. Mas conheça mais sobre o produto e quais suas verdadeiras funções no nosso organismo.

Óleo de Coco


Uma gordura que faz bem e emagrece.

A água de coco há muito tempo conquistou sua fama de bebida saudável, rica em sais minerais e vitaminas e de baixas calorias, é um ótimo isotônico natural.
Já o coco, apesar de delicioso, sempre teve fama de gorduroso, condenado à exclusão da dieta de quem quer emagrecer. Mas, como o abacate, ele vem conquistando a comunidade médica, pelas propriedades benéficas que sua gordura apresenta.

O óleo de coco extravirgem é o principal tipo de gordura utilizada na dieta dos nativos de diversas ilhas do Pacífico e chega a corresponder, em algumas regiões, a cerca de 60% das calorias diárias ingeridas. O curioso é que entre estes nativos, a incidência de doenças comuns no mundo ocidental, como diabetes, cardiopatias, câncer e obesidade, é baixíssima. Pesquisadores compararam o cardápio de parte da população que mantinha a dieta local tradicional com a outra parcela que seguia um menu ocidentalizado. O resultado mostrou que a saúde e a dentição dos habitantes com dieta tradicional eram excelentes, enquanto a outra parte apresentava mais problemas de saúde e doenças degenerativas.

Como a gordura do óleo de coco não precisa de enzimas especiais para ser absorvida e se transforma rapidamente em energia, não fica depositada no corpo. Por isso, ela é considerada termogênica (aumenta a produção de calor no organismo e queima gorduras) e ajuda no emagrecimento. "O óleo da fruta tem o poder de estimular o metabolismo orgânico, aumentando o gasto calórico, e converte calorias em energia", comenta Sérgio Puppin, cardiologista e especialista em nutrologia (SP) e membro da Academia de Ciências de Nova Iorque (EUA). E isso não ocorre com o consumo de Triglicerídeos de Cadeia Longa (TCL), que estão presentes em outros tipos de óleo, como os de soja, girassol e milho. 

Puppin acredita que emagrecer com a gordura do coco é uma conseqüência desse processo. "O ideal é adotar o seu consumo para melhorar a saúde como um todo. E, nas pessoas com excesso de peso, surge uma agradável surpresa: o emagrecimento, que pode chegar a 3 kg por semana!", avisa. E ainda: "Estudos mostram que, mesmo quando se abandona o consumo do óleo, os resultados da dieta são mais duradouros se comparados aos de outros regimes", conta o cardiologista.

É um alimento complementar com inúmeras propriedades benéficas para a saúde, proporcionando fortalecimento do sistema imunológico, facilitando a digestão e a absorção de nutrientes. Quando submetido a altas temperaturas, o óleo de coco extra virgem não perde suas características nutricionais, sendo considerado um óleo estável. É também considerado o mais saudável para cozinhar, não apresentando gordura trans gerada pelo processo de hidrogenação, que está presente em todos os óleos de origem vegetal, como os de soja, canola, milho e até o de oliva, que é considerado o óleo mais saudável. São encontradas diversas substâncias no óleo de coco, entre elas os ácidos graxos essenciais e o glicerol, que é importante para o organismo – com ele o corpo produz ácidos graxos saturados e insaturados de acordo com suas necessidades. O óleo de coco extravirgem apresenta um alto índice de ácido láurico, mirístico e caprílico, entre outros. Segundo a Dra. Mary Enig, especialista em gorduras, o ácido láurico é um ácido graxo de cadeia média, que é transformado em monolaurina no corpo humano. A monolaurina é antiviral, antibacteriana e destrói vírus revestidos de lipídeos e diferentes bactérias patogênicas, incluindo a Helicobacter Pylori (causadora da gastrite).

Seis a sete porcento dos ácidos graxos do coco são compostos pelo ácido cáprico, também transformado no organismo humano, a monocaprina, e também com propriedades antimicrobianas contra HIV, Chlamydia e herpes.

A gordura do coco leva à normalização dos lipídeos (gorduras) corporais, protege o fígado dos efeitos do álcool e aumenta a resposta imunitária contra fungos, bactérias e protozoários; também se mostrou benéfica no combate aos fatores de risco para doenças cardíacas. Uma dieta rica em óleo de coco não aumenta o colesterol e nem o risco de mortalidade ou morbidade por doença coronariana, uma vez que, tem a propriedade de aumentar a fração HDL do colesterol (“colesterol bom”).

A ingestão do óleo de coco bloqueia o sistema enzimático que converte os carboidratos em gordura corporal. Os ácidos graxos provenientes do óleo de coco são a fonte preferida de combustível para as fibras musculares vermelhas durante o período de exercícios de moderada intensidade.

O óleo do coco extra virgem é livre de gordura trans e possui alto teor de ácidos graxos de cadeia média (ácido láurico), idênticos aos encontrados no leite humano. Além do mais, reduz o risco de doença cardíaca e coronariana, reduz o risco de câncer, regulariza o ritmo intestinal, ajuda a controlar o diabetes, aumenta os níveis de energia, melhora a digestão e absorção de nutrientes, aumenta o metabolismo, ajuda na perda de peso (acelera a queima das gorduras), ajuda a prevenir a osteoporose, mantém a pele macia e previne o envelhecimento precoce (a fruta tem alto poder antioxidante, atuando na diminuição da produção de radicais livres, graças à ação da vitamina E.). Também ajuda a reduzir o colesterol ruim (LDL) e promove a elevação do bom (HDL), contribuindo assim para a prevenção e o tratamento das doenças cerebrais e cardiovasculares.

A gordura apresenta grande concentração de ácido láurico, o mesmo presente no leite materno. Ele protege a flora intestinal e ajuda a regular a função intestinal, tanto nos casos de prisão de ventre como nos de diarreias.

Estudos realizados há mais de 30 anos comprovaram que ela estimula a função da tireóide. O bom funcionamento dessa glândula faz com que o mau colesterol (LDL) produza hormônios necessários na prevenção de doenças e outros males crônicos.

Por fim, mais um ponto para a dieta: ele controla a compulsão por carboidratos, pois proporciona uma sensação de saciedade e não estimula a liberação de insulina. Dessa forma, diminui a compulsão por doces.

O óleo de coco extra virgem não é um medicamento, e sim um alimento complementar coadjuvante na prevenção de diversas doenças. Por isso, deve ser consumido diariamente para que o organismo obtenha uma reserva de ácidos graxos, presentes no óleo de coco.
Diferente das outras gorduras, o óleo de coco é muito resistente à alta temperatura e não elimina suas propriedades quando aquecido. A substância pode ser tomada pura ou misturada aos alimentos ou em substituição a outros óleos, que perdem as características quando submetidos ao calor.

A melhora começa a aparecer após a segunda semana de consumo. A recomendação é de 3 colheres de sopa, distribuídas ao longo das refeições, no tempero de saladas, misturado ao iogurte, em shakes ou vitaminas, passado em torradas, etc.

Na hora da compra, preste atenção no rótulo: O óleo não deve ser submetido a processo de refinação. Quando refinados, perdem seus antioxidantes e alguns ainda são hidrogenados, transformando-se nas gorduras trans, estas, sim, muito nocivas à saúde.

Fonte: Mais que beleza


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